Imprensa

15-Jan-2020 15:36
Educação

Iara Bernardi visita escolas municipais e detecta gravíssimos problemas estruturais

A vereadora Iara Bernardi (PT) esteve em duas escolas municipais nesta segunda-feira (13), onde dialogou com a comunidade escolar e identificou inúmeros problemas estruturais, que demandam atenção por parte da Administração Pública. Uma das unidades visitadas foi a Escola Municipal Luiz Almeida Marins Filho.

"Detectamos problemas extremamente graves no local", disse Iara. Segundo ela, a unidade possui uma linda quadra, que está parcialmente afetada em decorrência da movimentação de terra do solo. Toda a parte de trás da escola corre risco de desabamento. Os vestiários da quadra estão interditados, com enormes rachaduras.

"Dá para ver claramente que uma parte do estacionamento está inclinada, em decorrência da movimentação de terra do solo", comenta a parlamentar.  Para Iara, as escolas construídas no Júlio de Mesquita, tanto a Escola Estadual Antônio Vieira Campos quanto as três escolas municipais, têm problemas estruturais seríssimos, pois foram construídas sobre uma dúzia de nascentes, que na época foram aterradas. Agora, as nascentes estão voltando e causando o afundamento do solo.

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"É essencial que seja feito um estudo geológico no local e realizada uma intervenção por parte da Prefeitura. Não sairá barato", afirma a parlamentar petista.Outra unidade de ensino visitada por Iara foi o CEI 57, do Júlio de Mesquita. "Por incrível que pareça, o encanamento de esgoto principal do Sorocaba I passa sob a escola. Já houve ocasião em que os canos estouraram e encheram a unidade de ensino de esgoto", relata ela.

A comunidade escolar está preocupada porque o piso da unidade está "subindo" no rejunte, estufando, o que indica que pode haver um problema estrutural sério. Um outro problema é que a água do escovódromo cai direto a céu aberto, sendo que o SAAE não corrige essa situação. Além disso, algumas árvores estão caindo sobre o alambrado que separa a escola do campo, e a Secretaria de Meio Ambiente precisa tomar uma atitude urgente.

"Agora, se preparem para um número alarmante: em 2018, a escola foi invadida 13 vezes", relata a petista.Um outro problema é que o pátio onde as crianças brincam está totalmente quebrado. Há algum tempo, havia grama sintética no local, mas ela foi furtada regularmente, deixando o local no concreto. "Vou levar esses casos ao Secretário de Educação, ao Saae e à Secretaria de Meio Ambiente, para que adotem as medidas cabíveis. Como está, não pode continuar", conclui ela, que visitou mais de 40 escolas municipais em 2019.

Assessoria de Imprensa
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