Imprensa

07-Mar-2014 00:00 - Atualizado em 03/03/2017 15:39

Nós podemos tudo, nós podemos mais!

Ainda que as adversidades sejam muitas, as conquistas não podem ser esquecidas. Por isso, acredito que esta seja uma data para refletirmos!

Uma data para celebrar? Sim, apesar de tudo que temos visto mundo afora. Infelizmente, a realidade de boa parte das mulheres não coincide com o que gostaríamos de celebrar neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher. No entanto, convém lembrarmos  das conquistas que já foram alcançadas com duras batalhas.

Ainda assim, acredito que a palavra que melhor se encaixe no contexto atual seja "reflexão". Digo isso com base em estudos divulgados, recentemente, que mostram o constante aumento no número de casos de estupros, mutilações genitais e violências domésticas em mulheres de todo mundo.

Não é apenas o índice que nos espanta, mas, sobretudo, a fragilidade dos governos em lidar com o tema.  Mesmo com a escancarada exposição da mídia de casos como os mencionados acima, nada parece convencer a sociedade moderna de que, em pleno século XXI, não tenhamos alcançado a igualdade na lei e no dia a dia. 

A verdade é que, parte desses acontecimentos, é fruto das velhas questões religiosas e patriarcais, grandes entraves na conquista por direitos igualitários, culturais, religiosos, profissionais.

 Enquanto parlamentar tenho buscado, constantemente, fomentar as discussões que garantam os direitos das mulheres em sua totalidade. Desde o início de minha vida política, consegui aprovação de cinco projetos de lei que colocam a mulher na linha de frente da sua própria história.

O mais recente, de número 12.845/ 2013, visa atendimento imediato, multidisciplinar e gratuito às vítimas de violência sexual, num hospital público ou credenciado ao Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, minha luta continua sendo para que tais crimes sequer sejam cometidos. Nós podemos tudo. Nós podemos mais.

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